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Inflação não é apenas sensação: é poder de compra
A inflação não é apenas uma questão de percepção: é poder de compra. O IPCA é uma média agregada e não representa igualmente todas as famílias, especialmente as de menor renda. A desaceleração da inflação não significa queda dos preços nem recuperação automática do poder de compra. No Brasil, combater a inflação exige responsabilidade fiscal, credibilidade, coordenação entre políticas econômica e monetária e compromisso técnico, independentemente do calendário político.

Alex Lopes
há 5 dias4 min de leitura
Estabilidade sob pressão: o que a Pesquisa de Estabilidade Financeira revela sobre o Brasil em 2026
A Pesquisa de Estabilidade Financeira do Banco Central do Brasil capta a percepção das instituições sobre riscos no sistema financeiro. Em 2026, aponta estabilidade com confiança elevada, porém sob pressão de riscos fiscais, alta alavancagem, inadimplência potencial e incertezas externas e institucionais — um cenário sólido, mas com vulnerabilidades crescentes.

Alex Lopes
19 de mar.4 min de leitura
A decisão do Copom de manter a taxa Selic inalterada: fundamentos, riscos e perspectivas
Na última reunião de 2025, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, reafirmando uma postura dura e cautelosa. Apesar do arrefecimento da atividade e da melhora da inflação, o BC avalia que expectativas seguem desancoradas e que o risco fiscal exige política monetária restritiva por período prolongado, priorizando a estabilidade de preços

Alex Lopes
16 de dez. de 20256 min de leitura
A Operação Compliance Zero e a Crise do Banco Master: Entendendo a Fraude, seus Impactos e o Papel do Sistema Financeiro
A liquidação do Banco Master expôs falhas graves de governança interna, controles, auditoria e supervisão. A fraude só veio à tona quando o dano já era irreversível, exigindo ação do Banco Central para proteger o sistema. O caso reforça a relação entre risco e retorno e a necessidade de fortalecer arcabouços regulatórios.

Alex Lopes
25 de nov. de 202512 min de leitura
Ata da 274ª Reunião do COPOM: Selic mantida em 15% e viés de cautela prolongada
A 274ª ata do COPOM reforça a manutenção da Selic em 15% para conter a inflação, mesmo com impacto negativo sobre a economia real. O Banco Central aposta em disciplina e paciência, enquanto o equilíbrio entre política monetária e fiscal se torna crucial para preservar a credibilidade e permitir uma retomada sustentável do crescimento.

Alex Lopes
11 de nov. de 20255 min de leitura
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