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Política Fiscal
Agenda Econômica Semanal: Brasil e Cenário Internacional em Perspectiva
A agenda econômica da semana combina dados relevantes no Brasil e no exterior em um ambiente de elevada incerteza. O Fórum Econômico Mundial em Davos concentra debates sobre geopolítica, comércio e riscos sistêmicos, enquanto EUA, Europa e China divulgam indicadores de inflação e atividade. No Brasil, o Boletim Focus e o IPCA-15 orientam expectativas para juros, crescimento e câmbio em 2026.

Alex Lopes
19 de jan.3 min de leitura
A decisão do Copom de manter a taxa Selic inalterada: fundamentos, riscos e perspectivas
Na última reunião de 2025, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, reafirmando uma postura dura e cautelosa. Apesar do arrefecimento da atividade e da melhora da inflação, o BC avalia que expectativas seguem desancoradas e que o risco fiscal exige política monetária restritiva por período prolongado, priorizando a estabilidade de preços

Alex Lopes
16 de dez. de 20256 min de leitura
A Economia Brasileira Entre o Impasse e a Ilusão: Crescimento Frágil, Rombo nas Estatais e as Armadilhas Para o Próximo Ano
O Brasil encerra 2025 estagnado, endividado e sem rumo. Juros altos, gasto público irresponsável, estatais deficitárias e decisões populistas corroem a confiança e travam o crescimento. Sem mudança de direção, 2026 tende a aprofundar um processo lento de empobrecimento e perda de potencial econômico.

Alex Lopes
4 de dez. de 20259 min de leitura
Ata da 274ª Reunião do COPOM: Selic mantida em 15% e viés de cautela prolongada
A 274ª ata do COPOM reforça a manutenção da Selic em 15% para conter a inflação, mesmo com impacto negativo sobre a economia real. O Banco Central aposta em disciplina e paciência, enquanto o equilíbrio entre política monetária e fiscal se torna crucial para preservar a credibilidade e permitir uma retomada sustentável do crescimento.

Alex Lopes
11 de nov. de 20255 min de leitura
📊 Análise Semanal – Boletim Focus (07/11/2025)
O Boletim Focus de 07/11/2025 mostra estabilidade nas principais projeções: IPCA em 4,55%, PIB em 2,16% e Selic em 15%. O déficit em conta corrente piora para US$ 72,1 bi, refletindo maior importação e remessas externas. O mercado segue cauteloso, atento à inflação resistente e à fragilidade fiscal.

Alex Lopes
10 de nov. de 20254 min de leitura
A conta não fecha: o Brasil produtivo está encolhendo
O Brasil vive um desequilíbrio estrutural: poucos produzem, muitos dependem. Apenas cerca de 60 milhões de brasileiros geram riqueza real, enquanto mais de 90 milhões vivem de benefícios ou do Estado. A economia cresce nas estatísticas, mas estagna em produtividade. Até quando essa conta vai fechar?

Alex Lopes
4 de nov. de 20253 min de leitura
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