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COPOM
Juros Elevados, Pressões Inflacionárias e Incerteza Geopolítica: Implicações Estratégicas para a Alta Gestão Corporativa no Brasil em 2026
Artigo oferece leitura estratégica do cenário 2026 — juros elevados, pressão inflacionária, risco fiscal e incerteza eleitoral — para apoiar decisões mais assertivas. Com base em dados do Banco Central do Brasil, orienta gestão de riscos, alocação de capital e planejamento corporativo em ambiente de alta volatilidade e crescimento limitado.

Alex Lopes
27 de abr.8 min de leitura
Selic Alta, Inflação Persistente e o Investidor Brasileiro: um retrato honesto de 2026
Selic elevada (~13%), inflação persistente (~4,8%) e crescimento moderado (~1,8%) definem o cenário econômico brasileiro em 2026, segundo o Banco Central do Brasil. Com juros altos, renda fixa ganha protagonismo, enquanto a B3 enfrenta pressão. Petróleo caro e incerteza global reforçam a cautela e exigem disciplina nos investimentos.

Alex Lopes
27 de abr.4 min de leitura
A decisão do Copom de manter a taxa Selic inalterada: fundamentos, riscos e perspectivas
Na última reunião de 2025, o Copom manteve a Selic em 15% ao ano, reafirmando uma postura dura e cautelosa. Apesar do arrefecimento da atividade e da melhora da inflação, o BC avalia que expectativas seguem desancoradas e que o risco fiscal exige política monetária restritiva por período prolongado, priorizando a estabilidade de preços

Alex Lopes
16 de dez. de 20256 min de leitura
Ata da 274ª Reunião do COPOM: Selic mantida em 15% e viés de cautela prolongada
A 274ª ata do COPOM reforça a manutenção da Selic em 15% para conter a inflação, mesmo com impacto negativo sobre a economia real. O Banco Central aposta em disciplina e paciência, enquanto o equilíbrio entre política monetária e fiscal se torna crucial para preservar a credibilidade e permitir uma retomada sustentável do crescimento.

Alex Lopes
11 de nov. de 20255 min de leitura
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